sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Duke Ellington
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
A Ditadura da Democracia
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Im Abendrot (Evening)
Is this perhaps death?
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Going to the movies...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Deambulações Nocturnas
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Teses
Cada uma destas formas de organização social (ou teorias políticas), na sua forma pura, pode ser representada por um triângulo - a sociedade C por um triângulo em posição normal, a sociedade P por um triângulo em posição invertida (ver figura). Cada ponto no interior e nos lados do triângulo pode ser visto como uma pessoa, e a massa de todos os pontos do triângulo como a sociedade no seu conjunto.
A sociedade C tem uma base ampla (Parte B do triângulo: povo) e fecha-se numa elite (Parte A). Pelo contrário, a sociedade P assenta numa elite (parte A) muito estreita e abre-se numa grande frente popular (Parte B).
A sociedade C é pluralista na base - isto é, no povo - e a sua unidade é assegurada pela elite. Pelo contrário, a sociedade P é unitária na base (elite) e o seu pluralismo é assegurado pelo povo. A sociedade C exibe unidade na sua pluralidade; a sociedade P exibe pluralidade na sua unidade.
A sociedade C é hierárquica e as suas figuras mais visíveis são as que pertencem à hierarquia (topo do triângulo ou Parte A); pelo contrário, a sociedade P é igualitária e as suas figuras mais visíveis são as que pertencem ao povo (idem).
Ambas as sociedades estão sujeitas a crises e, em última instância, ao colapso, e isso acontece quando perdem as suas respectivas elites. A perda da elite pode ser vista como um corte na parte superior do triângulo no caso da sociedade C, e na parte inferior do triângulo invertido no caso da sociedade P (Em ambos os casos tarat-se de um corte nos triângulos pelo pequeno traço interior junto ao ponto A)
Porém, as crises destas duas sociedades e, em última instância, o seu colapso, manifestam-se de forma muito diferente. No caso da sociedade C, tal ocorre quando o povo quer ocupar o lugar da elite, no caso da sociedade P quando a elite quer ocupar o lugar do povo. Em termos do triângulo, no caso da sociedade C, os lados exteriores do triângulo deixam de estar ligados pelo vértice superior comum, e tendem a abrir para o exterior até cairem para o lado. O triângulo transforma-se então numa enorme linha horizontal - é a representação da anarquia que é a forma típica de colapso da sociedade C. Pelo contrário, na sociedade P, o corte da parte inferior do triângulo faz com que aquilo que resta dele se projecte sobre o solo. A parte de cima do triângulo invertido abate-se sobre a parte de baixo. A sociedade P cai ao jeito do desmoronamento das twin towers com muitos mortos e feridos e muita gente esmagada pelos escombros.
A Sagração da Primavera - Igor Stravinsky
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
A Importância da Arte
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Betterman
Berg
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Portugal
"Estamos hoje em Portugal numa situação difícil. Todo este mal-estar se relaciona com quatro problemas fundamentais: o financeiro, o económico, o social e o político.
O problema financeiro há-de ser o primeiro a resolver. Mergulha no deficit crónico do orçamento que tomou foros de venerando monumento nacional, deficit cuja repetição provocou uma dívida avultada com taxas de juro elevadas.
A não resolução deste problema traduz-se no recurso indefinido ao crédito. Quando este falta, é preciso recorrer à emissão de notas, à fabricação de moeda falsa, que tanto é a emissão de notas sem contrapartida.
É sabido que as emissões exageradas desvalorizam a moeda e, com uma moeda instável, não há economia que vingue e possa prosperar. Por esse processo se tornou o Estado o grande inimido da economia nacional.
Para resolver o problema financeiro tenho que praticar uma política impopular. Não tenhamos ilusões: as reduções de serviços e despesas importam restrições na vida privada, sofrimentos portanto.
Teremos de sofrer em venimentos diminuídos, em aumentos de impostos, em carestia de vida.
Os sacrifícios são imprescindíveis. Têm de ser feitos.
O custo será elevado: a Pátria irá salvar-se.
Os salvadores, não."





