quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Into My Arms

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Lido por aí...

Comentário a um vídeo do Gould:

"I feel sorry for living in a world where such genius work only has 10,314 views and pieces of crap like Lady Gaga or Avril Lavigne have hundreds of millions...."


Indeed...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Deambulações Nocturnas

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Estrela do Mar

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Ich bin der Welt abhanden gekommen




I am lost to the world
 with which I used to waste so much time,
 It has heard nothing from me for so long
 that it may very well believe that I am dead!

 It is of no consequence to me
 Whether it thinks me dead;
 I cannot deny it,
 for I really am dead to the world.

 I am dead to the world's tumult,
 And I rest in a quiet realm!
 I live alone in my heaven,
 In my love and in my song!

London

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Free to Choose

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Mercados


segunda-feira, 15 de março de 2010

Cansaço

O que há em mim é sobretudo cansaço –
Não disto nem daquilo,
Nem se quer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo.
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém.
Essas coisas todas –
Essas e o que falta nelas eternamente – :
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvidas quem ame o infinito,
Há sem dúvidas quem deseje o impossível,
Há sem dúvidas quem não queira nada –
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos 1934

terça-feira, 9 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Reduzir Custos

"Os portugueses são remunerados em dinheiro e em espécie. O rendimento em numerário é complementado com subsídios e com avultadas transferências sociais.
Para não alongar demasiado este post, concentremo-nos no exemplo de uma família modesta, constituída pelo casal, o José e a Maria, e por dois filhos menores, o Cristiano e a Íris.
Imaginemos que ambos os cônjuges auferem o SMN (2 * 475,00€). Provavelmente vivem num prédio de renda controlada ou num bairro social, uma mais-valia de cerca de 500,00 €/mês. O abono de família para as crianças são mais 100,00 €.
Depois há que adicionar o custo da educação e da saúde. O Estado gasta com cada criança uma média de 6.000,00 € por ano e na saúde 1.000,00 €/per capita/ano. Feitas as contas são mais 1330,00 € de rendimento por mês.
Ou seja, a referida família aufere um rendimento de 2.880,00 € /mês.
...
Se o Estado entregasse um voucher a esta família para o colégio dos filhos, num valor de 300,00 € /mês para cada filho, e os contemplasse ainda com um seguro privado de saúde para todos (tipo ADSE), num valor global de 2.800,00 € /ano, pouparíamos 6.000,00 €/ano.
Teríamos espaço para aumentar as remunerações em dinheiro e ninguém perderia quaisquer benefícios.
O único problema é todos seríamos mais livres e isso é um engulho inultrapassável."

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Mercados

Numa festa de alta sociedade um homem aproxima-se de uma mulher muito atraente e de ar bastante respeitável. A conversa que se seguiu:

H: É uma mulher de sonho. Passava a noite comigo por 1 milhão de Euros?

M: (depois de hesitar por uns bons 3 segundos) Sim…iria

H: ok. Dá-me meia hora na cama por 100 Euros?

M: O que é isto?????? Acha que eu sou uma Prostituta????????

H: Que é uma prostituta já ficou claro….agora estamos a negociar preços.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Encíclica Centesimus Annus

"Assitiu-se, nos últimos anos, a um vasto alargamento ... [de] um novo tipo de estado, o «Estado do bem-estar» ... Não faltaram, porém, excessos e abusos que provocaram ... fortes críticas ao Estado do bem-estar, qualificado como «Estado assistencial». As anomalias e defeitos do Estado assistencial derivam de uma inadequada compreensão das suas tarefas. Também neste âmbito se deve respeitar o princípio da subsidariedade: uma sociedade de ordem superior não deve interferir na vida interna de uma sociedade de ordem inferior, privando-a das suas competências ...
Ao intervir directamente, irresponsabilizando a sociedade, o Estado assistencial provoca a perda de energias humanas e o aumento exagerado do sector estatal, dominado mais por lógica burocráticas do que pela preocupação de servir os usuários, com um acréscimo enorme de despesas" (CA 48).
....
De facto, parece conhecer melhor a necessidade e ser mais capaz de satisfazê-la quem a ela está mais vizinho e vai ao enconro do necessitado. Acrescente-se que, frequentemente, um certo tipo de necessidades requer uma resposta que não seja apenas material, mas que saiba compreender nelas a exigência humana mais profunda. Pense-se na condição dos refugiados, emigrantes, anciãos ou doentes e em toda as diversas formas que exigem assistência, como no caso dos toxicómanos: todas estas são pessoas que podem ser ajudadas eficazmente apenas por quem lhes ofereça, além dos cuidados necessários, um apoio sinceramente fraterno" (CA: 48)."

Encíclica Centesimus Annus

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ética


Ética republicana. Como se a palavra ética não valesse por si. Como se o adjectivo a valorizasse ou a aumentasse. Como se o mesmo atributo lhe desse um estatuto de uma qualquer superioridade.

Agora que se comemoram os 100 anos da República a propalada ética republicana promete voltar em catadupa. Como já tivemos três Repúblicas, o que quer dizer essa adjectivação da ética? É que já houve de tudo no plano ético e político. Uma coisa e o seu contrário. De positivo e de negativo. De construtivo e de destrutivo. De seguidismo e de persecutório. De direitos e de míngua deles. De verdade e de mentira. De carácter e da sua falta. De serviço probo e de aproveitamento criminoso.

A verdadeira ética não é apropriável. Existe por si ou não existe. Bem sei que somos todos cidadãos e não súbditos. Logo, portadores de direitos e de obrigações. Mas antes e acima do cidadão há sempre a pessoa. Com inteligência, vontade, percepção e consciência. Pessoa e cidadão são indissociáveis na razão ontológica e teleológica da nossa individualidade. Quando se fragmentam, a ética dissolve-se.

Diz-se que a ética republicana consiste sobretudo em cumprir escrupulosamente a lei. Já o fariseu era um absoluto legalista. Acontece que o conjunto das normas jurídicas e o conjunto das normas éticas jamais coincide. Há matérias reguladas pela lei que não exprimem qualquer juízo ético, como há muitas regras de conduta ética que não estão juridicamente plasmadas. A ética não se estrutura na dicotomia legal / ilegal, mas radica na consciência. O conjunto do que é moralmente aceitável (o legítimo) é mais restrito do que é juridicamente aceitável (o legal). Nem tudo o que a lei permite se nos deve impor, e há coisas que a lei não impõe mas que se nos podem e devem impor. A pessoa tem mais deveres éticos do que o cidadão. A consciência de uma pessoa honesta é mais exigente do que o produto de um legislador. A lei é o limite inferior da ética.

Nenhuma lei proíbe em absoluto a mentira, a desonestidade, a deslealdade, a malvadez, o ódio, o desprezo, a vilanagem… Como nenhuma lei só por si assegura a decência, a verdade, a amizade, a generosidade… Na ética pura não há lugar para a falaciosa “terceira categoria ética” dos actos indiferentes entre os bons e os maus.

Olhemos para a crise global que se instalou no mundo. Há muitas explicações técnicas mas, no fim, chegamos sempre à escassez ética onde a fronteira entre o bem e o mal se erodiu fortemente. Olhemos para o que se passa na governação do nosso país, onde a verdade definha, a autenticidade escasseia, o exemplo desaparece. Onde é conveniente separar a pessoa da função e a função da pessoa, como se o carácter fosse divisível. Onde há faces ocultas de quem nada deveria ter a ocultar. Onde assuntos públicos se disfarçam de privados e os juízos éticos não vão além de um qualquer sistema sancionatório ou penalista. Tristes faltas de ética. Chamem-lhe republicana ou não.


António Bagão Félix, in Diário Económico

Aprendei alguma coisa, cambada!

"A política monetária é um dos temas mais técnicos na política económica. Nas discussões sérias sobre o tema há pouco lugar para "políticas de esquerda" ou "convicções no mercado"; predominam antes o rigor matemático, o conhecimento dos mercados financeiros e o pragmatismo a que obriga o confronto permanente com os dados. Isto reflecte-se também nos banqueiros, que na sua maioria têm hoje um doutoramento e investigação científica na área, embora isto deixe frustrados os políticos e os comentadores, que não conseguem sequer penetrar na discussão.

Apesar disso, existem alguns pontos fundamentais que um aspirante a banqueiro central tem de dominar e transmitir de forma clara a todos. Três deles são cruciais para os desafios que o BCE enfrenta hoje. Primeiro, a inflação é determinada pela política monetária. Imprimir mais dinheiro ou baixar as taxas de juro aumenta a inflação. O banco central pode (e deve) ter outros objectivos para além da inflação, mas não pode perder de vista que, a longo prazo, a inflação é sua responsabilidade exclusiva.

Segundo, as grandes acelerações da inflação têm fonte nos problemas fiscais. Quando os governos acumulam tantas dívidas que perdem a confiança dos credores e se vêm desesperados para pagar os salários da função pública, viram-se para o banco central. Se for preciso, põem os banqueiros na prisão ou invadem o banco central, mas conseguem sempre que se imprima o dinheiro que falta. O resultado é a hiperinflação.

Terceiro, se as pessoas esperam que a inflação vá acelerar no futuro, isso causa inflação já hoje. As famílias vêm-se livres do dinheiro que vai em breve perder valor e as empresas sobem os preços à conta da inflação futura. As duas coisas levam a que o nível dos preços suba hoje. Foi assim na Alemanha dos anos 30; é assim hoje no Zimbabué.

Um banqueiro que domina estes três pontos tem de estar assustado. Cada vez que se fala da possibilidade de o BCE ajudar a Grécia, aumentam as expectativas de inflação futura. Isso põe pressão na subida da inflação hoje, e a curto prazo isto vê--se na queda do valor do euro. Por fim, o BCE sabe que, se a inflação dispara, é nele que vão cair todas as culpas. "

por Ricardo Reis, in ionline

sábado, 20 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Happy Birthday

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Assimetrias

Distribuição de Investimento Público/zona do país/% da população:

35% - Lisboa - 20% da População
8% - Setúbal - 7,9% da População
6,3% - Porto - 18% da População

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Quiz

Em 1977, a Organização Mundial de Saúde considerava a homossexualidade uma doença mental. Hoje seria uma blasfémia afirmá-lo.

Em 2010, a Organização Mundial de Saúde considera a pedofilia uma doença mental.

Exercício: O que dirá a OMS sobre a pedofilia daqui a 33 anos?

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Liebestod



"Softly and gently how he smiles,
how his eyes
fondly opens
do you see, friends?
do you not see?
how he shines
ever brighter."

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2009


Balanço de 2009 e previsão para 2010: um ano de merda num país de merda.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Medo

Dr. R.K. Pachauri
Chairman of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ecotreta

Um documentário interessante, do Discovery, com gente deste o MIT, NASA, ex-greenpeace, até mesmo ex-IPCC. Sim, é sobre o Comunismo Verde.










segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Mais um pulha....

... como a maior parte daqueles que estão à volta desse novo messias.

Marx no séc.XXI

"Na primeira década do séc.XIX, numa altura em que os devedores ingleses podiam apodrecer durantes anos na cadeia, nos EUA não existiam prisões para os devedores. A partir de 1898, passou a ser um direito dos cidadãos norte-americanos invocar o Capítulo VII (liquidação) ou o XIII (reorganização pessoal voluntária) ... a teoria é que a legislação norte americana existe para encorajar o empreendedorismo ... esta teoria, parece, sem dúvida funcionar. Muitos dos mais bem sucedidos empresários norte-americanos fracassaram nos seus primeiros empreendimentos, incluindo o rei do ketchup, John Henry Heinz, Phineas Barnum dono do circo mais conhecido do mundo e o magnata dos automóveis, Henry Ford."

Niall Ferguson, in A Ascenção do Dinheiro

Há determinadas formas de olhar para a organização social que são impensáveis para o cidadão Europeu comum. Perguntemos a um Francês, Espanhol ou Português o que deveria acontecer a um empresário que decida fechar a sua empresa e a resposta será a mesma. Mesmo nos casos de falência anunciada, o pensamento é o de que o patrão é um ladrão. É a velha noção anacrónica do explorador do proletariado, a "alienação humana", segundo Marx.
Embora raramente se pare para pensar nisso, o que temos hoje em Portugal é uma visão Marxista da organização social. Não há luta religiosas, não há conflitos raciais ou mesmo culturais de relevância. Aquilo que temos é, isso sim, uma "luta" entre classes.
Deste o trabalhador independente, ao presidente de uma multinacional, todos são encarados de forma estranha, olhados até com uma certa desconfiança.
Em primeiro lugar, a maioria da população, que trabalha na função pública ou que de alguma forma é subsidiada pelo Estado, não é capaz de perceber o indivíduo empreendedor. Para estes, não é racional abdicar de uma suposta segurança laboral e financeira, para arriscar em algo que, no limite, é de impossível previsão. Enquanto que num país de influência liberal, o empreendedorismo é olhado como a forma mais correcta de encarar a actividade produtiva, num País como Portugal isso é olhado muitas vezes como uma irresponsabilidade. Para o Português, é vulgarmente o sujeito que não conseguiu ir trabalhar para o Estado ou para uma qualquer empresa com nome no mercado.
No que diz respeito ao Empresário médio, criador de postos de trabalho, a visão é ligeramente diferente. Por um lado, é o agente que paga salários aos seus trabalhadores. Eventualmente, dependendo da empresa e do sector, atribui ainda uma série de regalias que de outra forma seriam impossíveis de obter para o cidadão comum. Mas, e como numa boa sociedade Marxista, o valor do capital e a sua remuneração é um conceito desconhecido e mal compreendido . Por isso, é "moralmente" incorrecto que o empresário acumule riqueza. Para um trabalhador, a única percepção é a de que existe um roubo, o roubo da riqueza gerada pelo seu trabalho.
O último caso é o do Empresário de uma qualquer grande empresa. É conhecido mais frequentemente como alguém que se chegou onde chegou, foi de certeza através de uma qualquer actividade ilícita, da exploração de outros, da influência e chantagem sobre o concorrente mais próximo. É o puro capitalista, o primeiro a abater.
Do outro lado temos o funcionário público. Como o Estado não cria dinheiro, estes trabalhadores são sustentados pelos impostos pagos pelo sector privado. Na verdade, o argumento de que a função pública paga impostos, não passa de uma mera artimanha contabilística. A verdade é que o pagamento de imposto de um funcionário público representa simplesmente dois ou três movimentos contabilísticos do mesmo dinheiro. Ora, no limite, aquilo que um indivíduo do sector privado exige, é que o seu dinheiro, que sob a forma de imposto serve para remunerar o funcionário da AP, sirva para lhe fornecer os serviços que supostamente o Estado diz que fornece. Quando tal não acontece, temos o outro lado na luta de classes. É a revolta daqueles que arriscaram não só o seu capital, como a sua própria forma de vida, contra os "outros", aqueles que são sustentados pelo seu dinheiro, capital e trabalho.
É paradigmático que isto seja o verdadeiro estado das coisas. Num primeiro momento, porque aquilo que se pensava ser o fim da influência comunista no mundo ocidental (o final do século XX)verdadeiramente não aconteceu. Por outro lado, as próprias influências culturais não deveriam ter permitido que se chegasse a esta situação. Se há algo que o Cristianismo nos trouxe, foi o respeito pela noção de propriedade privada, o livre-arbítrio, a "condenação" da inveja e o respeito pela vida, pelo próximo, e talvez o mais importante, a base do conceito de democracia, a de que perante Deus, somos todos iguais.

domingo, 6 de dezembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Road to Serfdom

"Partindo da observação de Hume de que a liberdade raramente é perdida toda de uma só vez, Hayek avisa-nos que as sucessivas concessões a um maior intervencionismo estatal que se foram gradualmente introduzindo nas democracias liberais, resultado da sedução exercida por utopias colectivistas, acabarão por reduzir os cidadãos a uma condição de absoluta servidão. O mais importante contributo de Hayek nesta obra é provavelmente a demonstração de que, à medida que são levantadas (sempre por motivos aparentemente nobres) as barreiras à acção do Estado e que as noções liberais de governo limitado e igualdade perante a lei são progressivamente abandonadas, caminhamos inexoravelmente para o totalitarismo e para a negação dos direitos e liberdades individuais."

Por André Azevedo Alves, via Causa Liberal

Deambulações Nocturnas

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Quiz

O que estaria a ser dito neste momento sobre este homem, se não tivesse comparecido às comemorações do 20º ano da queda do muro de Berlim?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Momento de boa disposição

"A derrota do socialismo, com o desaparecimento da União Soviética e da comunidade socialista do Leste da Europa, constituiu uma tragédia, não apenas para os povos desses países mas para toda a humanidade: com o capitalismo dominante, o mundo é, hoje, menos democrático, menos livre, menos justo, menos fraterno, menos solidário, menos pacífico."

9/11/1989

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

E porque gosto de dramatizar a coisa

“I am absolutely certain that generations from now, we will be able to look back and tell our children that this was the moment when we began to provide care for the sick and good jobs to the jobless; this was the moment when the rise of the oceans began to slow and our planet began to heal… This was the moment — this was the time — when we came together to remake this great nation…” Barrack Hussein Obama, June 3 2008

Mateus 24:11
et multi pseudoprophetae surgent et seducent multos

Mateus 24:23
Tunc si quis vobis dixerit: "Ecce hic Christus" aut: "Hic", nolite credere

Mateus 24:24
Surgent enim pseudochristi et pseudoprophetae et dabunt signa magna et prodigia, ita ut in errorem inducantur, si fieri potest, etiam electi

Falsos "Profetas"

"Nothing is more common than to find men, whose works are now totally neglected, mentioned with praises by their contemporaries as the oracles of their age, and the legislators of science. Curiosity is naturally excited, their volumes after long inquiry are found, but seldom reward the labour of the search. Every period of time has produced these bubbles of artificial fame, which are kept up a while by the breath of fashion, and then break at once, and are annihilated."


(Samuel Johnson)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Carbonária


Bandeira da Carbonária


"A Carbonária era uma sociedade secreta e revolucionária que atuou na Itália, França, Portugal e Espanha nos séculos XIX e XX. Fundada na Itália por volta de 1810, tinha a ideologia assentada em princípios libertários e que se fazia notar por um marcado anticlericalismo (...) Em Portugal, a Carbonária foi estabelecida por volta de 1822. Nas suas primeiras décadas, teve um âmbito restrito e, sobretudo, localizado: surgiram várias associações independentes, sem ligação orgânica entre si e com pouca capacidade de intervenção social. De uma maneira geral, estas associações não duraram muito tempo nem tiveram realce histórico.

A Carbonária que teve importância na vida política nacional portuguesa foi fundada em 1896 por Luz de Almeida. Desenvolveu alguma actividade no domínio da educação popular e esteve envolvida em diversas conspirações antimonárquicas. Merece destaque óbvio a sua participação no assassínio do Rei D.Carlos I e do Príncipe Herdeiro Luís Filipe, e na revolução de 5 de Outubro de 1910, em que esteve associada a elementos da Maçonaria e do Partido Republicano." Retirado da Wikipedia



República

O Regicídio
"Le Petit Journal" França


Ah, essa bela República Laica, por uma sociedade livre, aberta, inclusiva e justa!

Parede Laica

Parede de uma sala de aula numa "sociedade livre, aberta, inclusiva e justa" (palavras retiradas da Associação Cívica(?) República e Laicidade)

Mais um tiro no pé


"Ontem, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, sediado em Estrasburgo, França, pronunciou-se unanimemente sobre uma queixa de uma italiana que pediu a retirada dos crucifixos das salas de aula de uma escola pública onde os seus filhos estudavam.

O tribunal considerou que “a exibição obrigatória do símbolo de uma determinada confissão em instalações utilizadas pelas autoridades públicas e, especialmente em aulas”, restringe os direitos paternos de educarem os seus filhos “em conformidade com as suas convicções”. Adiantou que a exposição do símbolo cristão também limita “o direito das crianças a crerem ou não”."
Público

Aposto que há quem fique deliciado com estas noticias...